Cidadania, um problema à parte?

A participação social constitui basicamente, de que cada cidadão defenda seus direitos, seja ele social, econômico, ou até religioso, sem medo de repressão ou outras barreiras políticas.

Mas afinal, como defendê-los?

 Antigamente, diversos protestos eram observados em frente às prefeituras, nas ruas de cidades e capitais, mas atualmente isso ocorre com muito menos frequência, quando ocorrem, não são de tamanha proporção.

Um cidadão comum nada mais deve do que se manter bem informado e lutar por aquilo que acha justo, mas, como se vê, as pessoas em geral possuem pouco iniciativa, consequentemente, o número de protestos diminuem drasticamente.

Uma pessoa muito bem economicamente, num mundo atual, pouco liga para os direitos dos outros, eles olham apenas para si mesmas, afinal, quem necessita de ajuda é quem deve procurá-la.
 A cidadania de cada um está sendo pouco exibida, em um mundo capitalista a tendência é apenas piorar, assim como a desigualdade.

Autor: Iago Rampazzo

Religião, uma antiga forma de controle

Desde tempos remotos, a humanidade possui uma religião, ou seja, uma crença algo para explicar o desconhecido. Foram criados templos, locais de oração etc. Tudo não passa de instituições políticas e econômicas, criadas para oprimir, lucrar e controlar a população. As primeiras comunidades humanas não tinham crenças então pode-se concluir que o homem criou ""Deus" e não o contrário.

As pessoas acreditam cegamente nessas crenças e isso as torna ignorantes. E a religião dominou de forma tão grande o mundo que as pessoas que não têm crenças são julgadas de forma depreciativa, pois só pessoas religiosas são boas.


 Além disso a religião bloqueou um enorme avanço da humanidade durante a Idade Média, e só porque provamos que a religião estava errada.
 Há liberdade de escolha, porém não se deve julgar precocemente as pessoas nem ignorá-las ou deteriorá-las porque têm crenças diferentes ou nenhuma. O mínimo é ter respeito à opinião alheia, pois, você não respeitando isso só mostra que você é inferior à sociedade.

Era Vargas Pt. I

Era Vargas é o nome que se dá ao período em que Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos, de forma contínua (de 1930 a 1945). Esse período foi um marco na história brasileira, em razão das inúmeras alterações que Getúlio Vargas fez no país, tanto sociais quanto econômicas.
A Era Vargas, teve início com a Revolução de 1930 onde expulsou do poder a oligarquia cafeeira, dividindo-se em três momentos:
  • Governo Provisório -1930-1934
  • Governo Constitucional – 1934-1937
  • Estado Novo – 1937-1945

Revolução de 1930

Até o ano de 1930 vigorava no Brasil a República Velha, conhecida hoje como o primeiro período republicano brasileiro. Como característica principal centralizava o poder entre os partidos políticos e a conhecida aliança política "café-com-leite" (entre São Paulo e Minas Gerais), a República Velha tinha como

Guerra dos Canudos


A chamada Guerra de Canudos, revolução de Canudos ou insurreição de Canudos, foi o confronto entre um movimento popular de fundo sócio-religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no Brasil.

O episódio foi fruto de uma série de fatores como a grave crise econômica e social em que encontrava a região à época, historicamente caracterizada pela presença de latifúndios improdutivos, situação essa agravada pela ocorrência de secas cíclicas, de desemprego crônico; pela crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.

Inicialmente, em Canudos,

A Segunda Guerra Mundial (Resumo)

A Segunda Guerra Mundial foi um conflito bélico que ocorreu na primeira metade do século XX, envolveu mais de setenta nações, opondo os Aliados às Potências do Eixo. A guerra teve início em 1 de setembro de 1939 com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha, estendendo-se até 2 de setembro de 1945.


Esta guerra mobilizou mais de 100 milhões de militares, e

Revolução Russa

Revolução Russa de 1917

A Revolução Russa de 1917 foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo Provisório (Duma), resultou no estabelecimento do poder soviético sob o controle do partido bolchevique. O resultado desse processo foi a criação da União Soviética, que durou até 1991.
No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).

Rússia Czarista

Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam

1ª Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a coligação formada pelas Potências Centrais (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano) e causou o colapso